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sábado, 15 de setembro de 2018

Semeando poesias ao léu (Enquanto à vida convém!)

Assim se refere ao escritos poéticos de RELMendes,
A grande escritora, Maria Luiza Silveira Teles:
- Encontro na poesia de RELMendes
o profano e o sagrado num abraço
de beleza eterna.
A trajetória humana, com lágrimas,
risos e sangue, se torna, em seus versos,
de uma belezura extraordinária, que nos eleva
o espírito e extasia a alma!
Cores, sabores, odores e paisagens pulam
de seus versos.
A poesia, decerto, mora no Olimpo.
E são poucos humanos capazes de chegar até lá...
Mas, Romildo o consegue.



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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

O Sertão é um lindo poema de amor Cantá-lo em rimas prosa e versos... é ofício de qualquer poeta sertanejo.


Assim disse, sobre meu Livro,
A brilhante poetamiga, Dóris Araújo:

Sobre a poética de Rel Mendes

“ Pai, minha gente, gera seus rebentos no útero do seu coração.”
Afirma lindamente o poeta Rel Mendes, em uma de suas criações. Amor, dor, alegria, saudade, amizade, gratidão...são sentimentos que permeiam seu discurso poético; com tamanha intensidade que nos põem inquietos e reflexivos diante da complexa dualidade de que é feita a vida humana.
Seus poemas são lúcidos e carregados de ternurinhas, sua poética é cheia de amorosidade e sabedoria. São aconchegos para a alma e para o coração de quem os lê. Em cada palavra usada, o aroma encantatório da singeleza.
Parafraseando o poetamigo, afirmo, sem constrangimento algum: O poeta Rel Mendes, gente amiga, gera seus rebentos no útero do seu coração transbordante de afeto. Vale a pena conhecer. E muito. Parabéns, poetamigo. Sempre torcerei por você. Abraçoluz!

Dóris Araujo

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sábado, 28 de julho de 2018

Ventilar idéias encantadoras é preciso


-Preciso ventilar idéias encantadoras
Pois hoje em dia nada se vê se ouve ou se lê
Que possa nos espantar de contentamento!

-Preciso ventilar idéias encantadoras
Pois de há muito nada se vê se ouve ou se lê
Que nos faça cantar de alegria e transbordar
De esperança num por vir alvissareiro!

-Preciso ventilar idéias encantadoras
Pois quem sabe assim não construiremos
Pouco a pouco um mundo onde lobos e cordeiros
Possam pastar juntos sem medo algum hein?!

RELMendes – 23/o7/2018

Quem se faz de cego não percebe nada




-Se estou de posse de minha visão
Em plenitude total...
Por que não treinar melhor meu olhar
Para perceber o que faço tornar-se invisível?

-Há coisas lindas ou tristes demais
Para as quais fazemos vistas grossas:
- O maltrapilho faminto a esmolar
- Os esmoleres dos sinais de transito
- O deficiente visual atabalhoado
Com a péssima acessibilidade
Por onde tenta caminhar...
- Os idosos (as) tentando atravessar
Uma rua...qualquer desapercebidos
- O vizinho doente que carece de nós
Para amenizar sua solidão insuportável
- As criançinhas desdenhadas pelos
Seus progenitores desalmados...

-Ora! Pra se ter uma vaga idéia
Dessa triste cegueira lamentável...
Nem o desabrochar discreto... mas belíssimo!
Das alvas camélias ao anoitecer em nosso jardim
Percebemo-lo a contento vez que hoje em dia
Não somos afeitos a contemplar a beleza escondida
No secreto das coisas simples...

RELMendes – 24/07/2018


Flores do prado não floresceram-me!


(Plangência)



-Apenas mais um viandante
A perambular por aí à toa
Quase nu de esperar
O que nunca jamais o terei...
                  
-Apenas mais um caminheiro    
Sem saber a que veio nesse orbe
Quase nu de espanto sempre
Nada me espantou de alegria
Ou encantamento que em mim
Estancasse por tempo infindável...
Então parto também eu só comigo
Sem saudades de coisa alguma.

RELMendes – 26/07/2018


Ah se me amares!


-Se me amares de verdade
-Se me quiseres só pra ti
-Se me encantares de felicidade
-Se me levares contigo pra onde fores
Eu te direi ao pé do ouvido sem hesitar
Sussurrando sem cessar jamais
Umas coisinhas tão salientes
Que juntinhos iremos desfalecer de amor
Lá pelas bandas do sei eu lá aonde...
Quiçá lá onde se escondam as sandices
De uma paixão que nem mesmo o resplandecer
Do novo dia em chegada as aquietarão...
Ah se me amares!

RELMendes – 15/07/2018

sábado, 21 de julho de 2018

Nascente Lacrada


( Só de mentirinha viu?!)





-Ah! Só voltarei a tecer poesias
Poemas e versinhos singelos...
Se acaso eu puder ver:
-A esperança despertar, novamente,
-A desconfiança ser banida da face da terra...
-A alegria suplantar a tristeza...
-A Verdade e o AMOR
Financiarem a JUSTIÇA...

-Porque...neste exato momento,
Eu só quero apenas:
-Curtir estrelas...resplandecentes,
-Palmilhar trilhas...desconhecidas,
Ignoradas...ou, quiçá, até estranhas...
Mas sempre enluaradas de alegria,
Polvilhadas de muita esperança
E de uma ternura sem fim...
E por fim, embalar-me-ei nos braços
Dos meus transcendentais sonhos...
E flutuaremos eu e eles os sonhos
Sobre nuvens e nuvens de algodão doce.

-Ah! Mas se por acaso...
Eu ainda vier a tecer meus versinhos...
Tenham por certo, que só tecerei:
-Versos insolentes...
Daqueles que descortinam..
Despudoradamente,
O desabrochar secreto
Das margaridinhas silvestres...
-Versos abusados...
Que descrevam, sem pundonores algum,
O contorcer dos girassóis
Em busca de sol a pino...
-Versos corajosíssimos...
Que proclamem...em alto e bom som,
O valor sublime da liberdade...
Que certamente para mim
É um dos caminhos da felicidade...
E tenho dito!...

Montes Claros (MG), 03-05-2009
RELMendes